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Sequelas do Coronavírus: cuidados pós-infecção

Sequelas do Coronavírus: cuidados pós-infecção

Um dos assuntos mais discutidos sobre a pandemia do novo coronavírus é a persistência de sintomas e a existência de sequelas mesmo depois da cura da doença. De fato, diversos estudos, como o realizado pelo Centro de Controle e Prevenção de Doenças dos Estados Unidos, demonstraram que mais da metade dos investigados continuaram apresentando sintomas por até 6 meses depois da infecção.

Eles relataram a perda do olfato e paladar, disfunções neurológicas, cansaço e fraqueza muscular, dificuldade para dormir, dor no peito e falta de ar. Os sintomas não são considerados severos e nem irreversíveis, mas chamam a atenção para os cuidados pós-infecção.

Então, considerando que os problemas podem persistir por algumas semanas e até meses, preparamos este artigo com as indicações médicas e científicas de como lidar com as sequelas do coronavírus. Continue com a gente!

Perda do olfato e paladar

A perda do olfato e paladar é muito comum durante infecções e doenças respiratórias. No caso do Covid-19, esse é um dos sintomas mais comuns e também mais persistentes. Até mesmo pacientes que não desenvolveram a doença de forma grave, sem apresentar outros sintomas, relataram a perda do olfato e paladar por um grande tempo.

Na maior parte dos casos, os sentidos voltam naturalmente depois de um tempo, e você pode auxiliar na recuperação, treinando o seu olfato e paladar.

Mas, existem casos onde, mesmo com o treinamento e mesmo depois de muito tempo, o olfato e o paladar não voltam à normalidade. Quando isso ocorre, o mais indicado é marcar uma consulta com um otorrinolaringologista; o especialista poderá indicar tratamentos mais avançados e indicar medicamentos para a recuperação.

Disfunções neurológicas

As sequelas do coronavírus no sistema nervoso ainda estão sendo estudadas. Pouco comentados, os sintomas no campo da neurologia são comuns e diversos. Desde dor de cabeça e alteração na memória, até depressão, ansiedade e alterações no sono.

Existem muitas manifestações que podem afetar o dia a dia do paciente. A maior parte são alterações sutis, afetam o cotidiano, mas não o suficiente para trazer riscos de vida ao indivíduo.

Deve-se ficar atento para a intensidade das manifestações e a prolongação delas, caso o quadro seja mais incômodo, é necessário marcar uma consulta com o neurologista e nunca fazer uso de medicação sem recomendação de um especialista.

Dor no peito e falta de ar

Depois da infecção por coronavírus, os pulmões e o coração podem apresentar sequelas. A dor no peito e a falta de ar podem ser algumas das consequências. No entanto, lembramos que esses dois sintomas são considerados cruciais pela medicina. Eles estão relacionados a diversas condições, incluindo o ataque cardíaco. Ou seja, são perigosos e devem ser levados a sério.

Caso tenha ficado internado, é normal ter dificuldades para respirar logo em seguida. Para tanto, os especialistas ensinam ao paciente exercícios que podem ser realizados em casa para retreinar os pulmões.

Se essas técnicas não solucionar os problemas, é hora de procurar ajuda médica; sentiu um desconforto muito forte no peito, está excessivamente cansado mesmo sem fazer grandes atividades e ainda não consegue respirar fundo? Busque ajuda médica.

É incomum observar tais danos em casos onde o paciente apresentou apenas quadros leves da doença. Mas, se acontecer, fique atento para a intensidade do problema e para os sintomas correlacionados.

Quando ir ao médico

Muitos hospitais adotam a política de fazer exames de retorno presenciais quando o paciente chegou a ser internado. Cerca de uma semana a quinze dias depois da alta, são feitos exames de rotina e de sangue, que incluem indicadores sobre o rim, o fígado, a coagulação e a normalização de células do sistema de defesa, entre outros.

Caso o paciente não tenha enfrentado o vírus em sua forma mais grave, nem sempre é necessário acompanhamento médico. A necessidade de atendimento irá depender do sintoma em si. Dores no peito e falta de ar, por exemplo, precisam ser checados, afinal, podem ser sintomas de ataque cardíaco.

Os sintomas que envolvem apenas as vias aéreas, como perda do olfato e paladar, não precisam ser acompanhados rotineiramente. A menos que o paciente sinta muita necessidade.

Se você apresentar estes sintomas, dos mais leves aos mais graves, sem ter a certificação de que entrou em contato com o vírus, agende uma consulta médica e respeite as recomendações. Lembramos que não existe tratamento precoce para o coronavírus e o uso de medicações sem receita médica pode ser prejudicial à saúde.

Comprometa-se com essa luta; juntos nós podemos vencer este vírus!

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